O GLOBO
A Câmara deverá ser uma trincheira de embates polêmicos em 2022, um ano legislativo reduzido pelas eleições de outubro, o que praticamente inviabiliza a aprovação de propostas econômicas complexas como as reformas administrativa e tributária.
No vácuo aberto pela ausência desses temas, tendem a ganhar espaço na pauta projetos de "costumes", como o de legalização dos jogos, do ensino domiciliar e da liberação do cultivo da maconha para uso medicinal.
Reservadamente, o próprio presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não vê possibilidade de as reformas prosperarem no ano que vem. Até mesmo o líder do governo, Ricardo Barros (PP-PR), já admitiu que essas matérias só devem votar à lista de prioridades legislativas em 2023. Leia mais em O Globo