MARCIA MATOS
DO REPÓRTERMT
Prestes a deixar o PSB e migrar para o Podemos, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi disse que deixa o partido “pela porta da frente” e começa a partir de março a construção do fortalecimento de sua nova sigla para as eleições de 2026. Forte articulador político, ele busca que o Podemos tenha o maior número de deputados estaduais.
Um grande ato de filiação do Podemos está marcado para o dia 7 de março, quando além de Max Russi outros nomes de peso político vão se filiar à sigla, como os deputados Beto Dois a Um e Fábio Tardin, assim como a prefeita de Jaciara, Andreia Wagner, que é esposa de Max. Também passam a fazer parte do Podemos os prefeitos de Tesouro, João Isaack Castelo Branco de Cáceres, Eliene Liberato e de Torixoréu, Thiago Timo Oliveira.
Max Russi comentou ainda que não age para “esvaziar” o PSB e por isso não irá se reunir com o novo presidente do partido, o ex-governador Pedro Taques para pedir a liberação de vereadores que desejem migrar para o Podemos.
“Eu poderia ter feito a liberação desses vereadores? Poderia, mas não é essa a política. Eu ajudei a reconstruir o partido. É um partido do qual eu saio pela porta da frente. Os vereadores terão a mesma liberdade que eu. Em março de 2028, eles farão a opção que entenderem melhor”, pontuou.
O comentário de Max Russi ocorre diante da decisão de Pedro Taques de não liberar os vereadores de Cuiabá Ildes Taques e Katiuscia Manteli para migrar para o Podemos já em 2026.
Sob articulação política de Max, em 2022 o PSB elegeu a maior bancada de deputados na Assembleia Legislativa, com quatro parlamentares. A intenção dele agora é que o Podemos consiga o mesmo feito em 2026.






