DO CONEXÃO PODER
Diante do cenário herdado do ex-prefeito Emanuel Pinheiro, quanto a gestão de Cuiabá, sob a perspectiva financeira, o secretário de Economia de Cuiabá, Marcelo Bussiki, relembrou da ocasião em que, como vereador, presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou o então prefeito da capital e frisou que naquela época, o crescente endividamento público já era nítido.
"Foram três anos de luta, demandas e brigas judiciais, suspendia e retomava a CPI, trocou-se a Comissão, queria se fazer uma comissão fechada, as com portas fechadas. Foi tudo uma luta. Mas ao final, chamamos todos que queríamos chamar, o ex-governador Silval esclareceu, Silvio Cesar, todos foram convocadas e alguns deixaram de ir diante de decisão judicial, mas ao final apuramos tudo. Só que aí cabe a Câmara Municipal decidir, o voto do relatório final cabe ao plenário e o plenário naquele momento acabou não aprovando o relatório", comentou.
No entanto, Bussiki explicou, em entrevista ao Conexão Poder, que toda a documentação foi encaminhada aos órgãos de controle.
"Enquanto vereador, já falava sobre o endividamento da prefeitura, desde meados de 2017 a gente falava do jeito que a gestão estava tocando Cuiabá e o crescente endividamento da prefeitura. E a hora que a gente chega em Cuiabá, tudo aquilo que a gente falou, ocorreu", destacou.
CPI do 'Paletó'
A CPI investigou o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que apareceu em um vídeo recebendo suposta propina. As imagens foram filmadas à época em que Emanuel era deputado estadual. O vídeo foi entregue pelo ex-governador Silval Barbosa (MDB) durante delação premiada homologada pela Supremo Tribunal Federal (STF). Emanuel Pinheiro negou as acusações.
As imagens mostram o ex-chefe de gabinete dele, Sílvio Corrêa, entregando maços de dinheiro a diversos políticos do estado, entre eles, Emanuel, que aparece colocando maços de dinheiro nos bolsos do paletó.
Veja vídeo:





