DO CONEXÃO PODER
Em entrevista ao Conexão Poder, o pré-candidato à Presidência da República, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), criticou mordomias dos chefes de Estado e excessos na gestão pública, citando a redução da máquina em sua administração, quando cortou o número de secretarias.
"Todos os meus secretários passaram por processo seletivo, não conhecia nenhum há sete anos quando fui eleito, se o Brasil quer ganhar a Copa do Mundo, vai levar craque ou parentada e companheirada?", observou.
O governador defendeu a transparência total dos gastos públicos e apontou que os gestores anteriores se portavam como imperadores.
"Todo governador de Minas antes de eu ser eleito, vivia como imperador, num palácio, 32 empregadas, garçons, mordomos, governantas, cozinheiras, eu moro na casa que eu pago aluguel, já que sou do interior e tive de mudar para Belo Horizonte, em vez de 32 empregada eu tenho uma que eu pago, ao invés de ir e voltar de helicóptero, como governador do PT fazia, minha casa é próxima do local que trabalho, eu vou e volto de carro, só isso aí, dá R$ 5 milhões por ano, e exijo o mesmo dos que trabalham comigo", relatou.
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