Domingo, 15 de Março de 2026

15 de Março de 2026, 09h:00 - A | A

Programas / VIOLÊNCIA

"Quem comete assédio sexual no quartel, a pena tem que ser ruim mesmo", apontou Coronel Fernanda

Relatora de projeto que tipifica o assédio sexual na caserna, parlamentar destacou necessidade de proteção específica para militares.

ANA CRISTINA VIEIRA
DO CONEXÃO PODER



A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), relatora do projeto de lei que inclui o crime de assédio sexual no Código Penal Militar, defendeu a rigidez das punições como ferramenta de proteção ao militar, especialmente para as mulheres. Em entrevista ao Conexão Poder, a parlamentar afirmou que sua atuação é baseada no conhecimento da dinâmica interna das instituições de segurança.

"Eu fui dentro do quartel, eu sei a realidade que a mulher sofre lá. E não só é mais a mulher, porque hoje também tem assédio para com os homens. Quem cometer assédio sexual no quartel seja para homem, para mulher, claro que as mulheres são muito mais assediadas, a pena tem que ser ruim mesmo", declarou.

Para a deputada, a iniciativa é um passo essencial para mudar esse quadro.

"Eu estou protegendo a mulher dentro de quatro paredes, dentro de quatro muros, dos muros institucionais militares, onde a mulher sofre muito, nas esfera civil já temisso, mas as esferas militares não tinham. Não aceito", pontuou.

Veja vídeo:

 
Assista a entrevista na íntegra:
 

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