28 de Abril de 2020, 08h:15 - A | A

Repórter MT / "DE ÍDOLO A VILÃO"

Barbudo acusa Moro de sair no momento mais difícil em busca de autopromoção

DA REDAÇÃO




O deputado federal Nelson Barbudo (PSL) se manifestou apenas hoje sobre a saída do ex-juiz federal Sérgio Moro do Ministério da Justiça. Pelas redes sociais, afirmou que optou pelo silêncio desde o pronunciamento do ex- ministro. “Fiquei perplexo com as declarações e a maneira como ele agiu, fui tomado por uma enorme decepção com a postura do senhor Sérgio Moro. De forma premeditada, ele escolheu o momento mais difícil da história do Brasil para buscar mais uns segundos de autopromoção. Naquele momento saiu de cena o ídolo e entrou o vilão, ele deixou para trás o prestígio de sua conduta na Operação Lava Jato por, acredito eu, pura vaidade”.

O parlamentar diz que Moro está de um lado e do outro está o povo brasileiro, “que de forma contundente” escolheu Bolsonaro para conduzir o país. “Foram mais de 50 milhões de votos em uma campanha duríssima, onde até contra a vida do nosso presidente atentaram”.

Barbudo lembra que Bolsonaro foi eleito e Moro foi “nomeado, escolhido e confiado para ser um de seus auxiliares”. “A postura de Bolsonaro, se manteve firme, desmentiu Moro e demonstrou a união em torno de seu governo, que mantém o propósito de recolocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento. O episódio deixou isso claro, o projeto consagrado nas urnas, escolhido como o melhor para a população, segue em frente e seguirá”.

O deputado federal diz que as conversas apresentadas por Moro não provaram nada e que o ex-ministro “tem um projeto de poder e ele não passa pela vontade democrática da população”. “Além disso, Moro foi contra pautas que nos são muito caras, como a liberdade de cada cidadão de se defender de ações criminosas, e até mesmo a liberdade de ir e vir, com uma portaria que autorizou a polícia a agir contra a população durante a pandemia. Estou muito desapontado com ele, mas o Brasil, como uma democracia forte, que escolheu Bolsonaro como seu líder, seguirá”.

Leia o post na íntegra

Bom dia meus amigos. Como muitos repararam eu optei pelo silêncio desde o pronunciamento do ex- ministro, fiquei perplexo com as declarações e a maneira como ele agiu, fui tomado por uma enorme decepção com a postura do senhor Sérgio Moro. De forma premeditada, ele escolheu o momento mais difícil da história do Brasil para buscar mais uns segundos de autopromoção. Naquele momento saiu de cena o ídolo e entrou o vilão, ele deixou para trás o prestígio de sua conduta na Operação Lava Jato por, acredito eu, pura vaidade. Do outro lado nós, o povo brasileiro, que de forma contundente escolhemos para conduzir os destinos do país o Capitão Jair Bolsonaro. Foram mais de 50 milhões de votos em uma campanha duríssima, onde até contra a vida do nosso presidente atentaram. Ele foi eleito, já o senhor Moro foi nomeado, escolhido e confiado para ser um de seus auxiliares. A postura de Bolsonaro, se manteve firme, desmentiu Moro e demonstrou a união em torno de seu governo, que mantém o propósito de recolocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento. O episódio deixou isso claro, o projeto consagrado nas urnas, escolhido como o melhor para a população, segue em frente e seguirá. É com muito pesar e mais decepção que levanto aqui também o fato das conversas ele apresentou à mídia, que supostamente deveriam provar o que ele disse, mas não provam nada, foram calculadamente por ele pensadas, como tudo o que ele fez. Moro tem um projeto de poder e ele não passa pela vontade democrática da população. Dentro do MJ, podemos citar a nomeação da cientista política Ilona Szabó para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), revogada após a revelação de que muitas das suas posições são contrárias ao desejo da maioria da população. Além disso, Moro foi contra pautas que nos são muito caras, como a liberdade de cada cidadão de se defender de ações criminosas, e até mesmo a liberdade de ir e vir, com uma portaria que autorizou a polícia a agir contra a população durante a pandemia. Estou muito desapontado com ele, mas o Brasil, como uma democracia forte, que escolheu Bolsonaro como seu líder, seguirá.

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