03 de Agosto de 2021, 17h:00 - A | A

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Gilberto: Nas escolas o risco é muito menor do que estar indo ao shopping

O Governo de Mato Grosso determinou o retorno das aulas nas escolas estaduais para este terça-feira (03). No entanto, o Sintep questionada e afirma que tem risco alto de contaminação.

DAFFINY DELGADO
DA REDAÇÃO




O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueredo, defendeu na manhã desta terça-feira (03), o retorno das aulas no modelo híbrido, nas escolas estaduais em Mato Grosso. Para ele, “nas escolas o risco é muito menor do que estar indo ao shopping”. As aulas presenciais tiveram início nesta terça, conforme determinação do Governo do Estado.

"O país inteiro está retornando às aulas. Têm municípios que há muito tempo a rede privada já retornou e outros que a rede pública já está retornando. Temos que parar e analisar os efeitos colaterais de ter ou não o retorno, tudo tem risco, né. Se você resolver ir hoje à noite para um desses bares, que estão lotados, você estará correndo risco, mas nas escolas o risco é muito menor do que estar indo ao shopping, supermercados e comparecendo nos eventos que acontecem nos bairros”, declarou.

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De acordo com o secretário, os alunos da rede pública estão sendo prejudicados em relação aos estudantes da rede privada que já retornaram as atividades escolares. Além disso, ele destacou que não houve aumento de casos de pessoas infectadas com covid-19 após o retorno das atividades escolares.

"Nós não temos em nenhum lugar que retornou as aulas, que cresceu o número de infecção nesses estados. Tudo tem um certo risco, mas com planejamento isso é reduzido. O maior risco é ter uma população que está perdendo no processo de aprendizagem e que já vinha de uma forma debilitada”, ressaltou.

Para o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), o retorno das aulas presenciais ainda é um risco muito grande tendo em vista que os profissionais ainda não foram imunizados com as duas doses da vacina.

Por outro lado, Gilberto argumenta que só não foi imunizado aquele profissional da educação que se recusou a tomar a vacina.

 "Praticamente todos os profissionais já foram vacinados, só não vacinou quem se recusou. Como a maioria deles tomou a Astrazeneca eles têm que esperar o período regulamentar para aplicar a segunda dose para ter a maior eficácia possível”.

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